A aceleração da transformação digital e a chegada da robótica avançada ao Brasil trouxeram uma questão central para executivos, gestores de inovação e diretores de marketing: como adotar tecnologias disruptivas, como o robô humanoide R1 e o cão robô Go2 Pro, sem imobilizar capital e sem correr o risco de obsolescência rápida?

A resposta para esse desafio está no RaaS (Robotics as a Service), modelo de negócios que viabiliza o aluguel e a locação de robôs no Brasil, liderado pela RoboFaz.

Capex vs. Opex: a mudança financeira do modelo RaaS

Historicamente, a aquisição de um robô avançado exigia um modelo de investimento baseado em Capex, no qual a empresa precisava desembolsar quantias elevadas para comprar o ativo. Com o modelo RaaS, a contratação passa a ser contabilizada como Opex, transformando o acesso à tecnologia em uma despesa operacional previsível e alinhada ao tempo real de uso.

Transição tecnológica: vivenciando a robótica com operação assistida

Diferente do conceito puramente teórico de autonomia total, que ainda é uma projeção futurista para a maioria dos cenários comerciais, a aplicação prática da robótica hoje depende fundamentalmente de operadores humanos especializados.

No modelo de locação RaaS da RoboFaz, o R1 e o Go2 Pro são guiados remotamente por técnicos capacitados durante toda a ação. Isso traz benefícios estratégicos imediatos:

  • Segurança e prevenção de riscos: garantia de operação estável em ambientes com grande fluxo de pessoas, como feiras e convenções.
  • Demonstração de conceito sem riscos: permite que empresas e colaboradores percam o medo da tecnologia e vivenciem a convivência entre humanos e robôs na prática.
  • Foco no resultado: sua equipe não precisa aprender a pilotar ou programar as máquinas, o time foca inteiramente na estratégia de negócios, no atendimento ou na captação de leads.

Raio de atendimento e logística especializada

A RoboFaz oferece a infraestrutura completa de transporte, homologação prévia, configuração e pilotagem dos robôs para empresas situadas na Grande São Paulo e em regiões num raio de até 500 km, cobrindo os principais polos industriais, tecnológicos e centros de convenções do Sudeste.

Vale a pena adotar o RaaS para sua empresa?

Para ações pontuais em feiras, ativações de marca, congressos e simulações técnicas, a compra de um ativo robótico não se justifica financeiramente. O modelo RaaS democratizou o acesso à inovação, permitindo que marcas de todos os portes utilizem o R1 e o Go2 Pro com flexibilidade, segurança e máxima eficiência de custos.